quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ACAFE ALTERA PROVA DO VESTIBULAR

1. Passa a adotar a “Matriz de Referência do novo ENEM 2009”;

2. Reformulará a prova, que passará a ter uma redação (de 20 a 30 linhas) e 60 (sessenta) questões objetivas, com quatro alternativas de resposta (a, b, c e d), distribuídas entre as disciplinas a saber:
• Língua Portuguesa e Literatura: 14 (quatorze) questões dentre elas: 10 (dez) de Língua Portuguesa e 4 (quatro) questões de Literatura;
• Língua Estrangeira (Inglês e Espanhol): 4 (quatro) questões;
• Matemática: 7 (sete) questões;
• Física: 7 (sete) questões;
• Química: 7 (sete) questões;
• Biologia: 7 (sete) questões;
• História: 7 (sete) questões;
• Geografia: 7 (sete) questões;

3. Incluirá nas questões de História, Geografia e Literatura, conteúdos sobre o Estado de Santa Catarina.

4. A aplicação da prova do Vestibular de Verão 2009 será realizada no dia 22 de novembro de 2009, no turno Vespertino, das 13h às 18h.
OBRAS LITERÁRIAS VESTIBULAR DE VERÃO 2010:


CRONOGRAMA VESTIBULAR VERÃO 2010:


terça-feira, 25 de agosto de 2009

III Oficina do Pró-saúde


A terceira oficina do Pró-saúde acontecerá no próximo dia 28/08, a partir das 09:00 hrs, não possuímos ainda o local que será realizada, pois dependemos da disponibilidade dos nossos auditorios. Mais um evento, onde temos total participação do CAEMZ na elaboração e participação neste projeto. E não só os discentes de enfermagem, como todos os docentes e profissionais, estão todos convidados para prestigiar o evento, e estar presente nos grupos de discussões no período vespertino, além de sairmos de lá sabendo o que é este projeto tão bacana, estaremos trocando experiencias com todos os outros profissionais ou futuros profissionais da área da saúde.

CURSO DE FOTOGRAFIA CIENTÍFICA EM FERIDAS

DATA PREVISTA: 20/11/2009
Público Alvo: Profissionais de Saúde
Local: Hospital Geral de Ipanema
Horário: 08:00 às 17:00h
Programação:Introdução, Resolução, Fotoshop, Histórico, Definição e nitidez, Aspectos legais, Analógico, X Digital, Flash, Avaliação de feridas, Fotometria, Distância focal, Temperatura de Cor, Profundidade de campo, Documentação legal, Sensibilidade, Acessórios, Protocolo.

Os interessados deverão enviar email a 3bsaude@gmail.com para uma prévia inscrição deixando nome completo, telefones com DDD e email. Posteriormente, entraremos em contacto orientando sobre a confirmação do curso e realização oficial da inscrição.
Realização: (21) 2259.6232 - 8849.9515Apoio: www.sobenfee.org.br

Os Riscos e os Benefícios da Vacina do HPV

Charlotte Haug, MD, PhD, MSc JAMA. 2009;302(7):795-796.
The Risks and Benefits of HPV Vaccination Charlotte Haug, MD, PhD, MSc JAMA. 2009;302(7):795-796.

Em que momento os médicos têm informações suficientes sobre os efeitos benéficos de uma nova intervenção médica para começar a recomendá-la ou utilizá-la? Em que momento as informações disponíveis sobre os efeitos adversos prejudiciais são suficientes para que se conclua que os riscos superam os benefícios potenciais? Na dúvida, os médicos podem errar por cautela ou excesso de esperança? Essas perguntas estão no cerne de todo o processo médico de tomada de decisão. Trata-se de algo complicado, porque os conhecimentos médicos costumam ser incompletos e ambíguos. É bastante complicado decidir sobre usar ou não fármacos capazes de evitar doenças no futuro, particularmente, quando administrados a pessoas saudáveis. As vacinas exemplificam fármacos desse tipo e a do papilomavírus humano ( (HPV) constitui um deles. zur Hausen, ganhador do Prêmio Nobel em Fisiologia ou Medicina, em 2008, descobriu que o HPV oncogênico causa câncer cervical.1-4 Sua descoberta levou à caracterização da história natural da infecção pelo HPV, ao entendimento dos mecanismos da carcinogênese induzida pelo HPV e, finalmente, ao desenvolvimento de vacinas profiláticas contra infecção pelo HPV. A teoria por trás da vacina é solida: quando uma infecção por HPV puder ser evitada, não ocorre câncer. Mas, na prática, trata-se de uma questão complexa. Primeiro, há mais de 100 tipos diferentes de HPV e, no mínimo, 15 deles oncogênicos. As vacinas atualmente em uso atingem apenas duas linhagens oncogênicas: HPV-16 e HPV-18. Segundo, a relação entre uma infecção em pessoa jovem e o desenvolvimento de câncer 20 a 40 anos depois não é conhecida. O HPV é a infecção sexualmente transmitida com maior prevalência; calcula-se uma taxa de 79% de infecção ao longo da vida.5-6 O vírus não parece muito prejudicial, porque a maior parte das infecções desaparece pela ação do sistema imunológico.7-8 Em umas poucas mulheres, persiste a infecção e outras podem desenvolver lesões cervicais pré-cancerígenas, capazes de levar ao câncer. É impossível, hoje, prever-se com precisão o efeito da vacina em jovens e mulheres em relação à incidência de câncer cervical em 20 a 40 anos. O efeito real da vacina pode ser determinado apenas por testes clínicos e acompanhamento de longo prazo. A primeira vacina para o HPV obteve licença nos Estados Unidos em 9 de junho de 2006, com o Advisory Committee on Immunization Practices recomendando vacinação de rotina em meninas com 11 e 12 anos de idade um pouco mais tarde, nesse mês.10 Mas a primeira fase de três ensaios com a vacina do HPV com conclusões relevantes – neoplasias intraepiteliais cervicais de grau 2 e 3 (CIN 2/3)—so foi publicada em maio de 2007.11 Antes disso, os relatos apenas incluíram uma redução na prevalência de infecção persistente e no CIN de duas linhagens de vírus. Foram resultados promissores, ainda que indagações sérias sobre a eficácia geral da vacina para proteger contra câncer cervical continuaram sem respostas, com a necessidade de mais estudos prolongados.12 A partir daí, entretanto, não foram publicados resultados de longo prazo decorrentes de estudos dessa espécie. Como então pode um pai/mãe, médico, político, ou quem quer que seja decidir se é bom vacinar meninas com um fármaco que previne, em parte, uma infecção causada por uma doença sexualmente transmitida (infecção pelo HPV),uma infecção que, em poucos casos, causará câncer 20 a 40 anos após? Dois artigos da JAMA13-14 trazem dados importantes capazes de influenciar e, provavelmente, já o fizeram, esse tipo de decisão sobre a vacina contra o HPV. O relato de Rothman e Rothman13 demonstra como o fabricante da vacina alocou recursos financeiros a programas educativos patrocinados por associações médicas profissionais nos Estados Unidos. O artigo exemplifica como a Society of Gynecologic Oncology, a American Society for Colposcopy and Cervical Pathology, e a American College Health Association ajudaram a comercializar a vacina e influenciar as decisões sobre as políticas de vacinação, com a ajuda de apresentações preparadas, eslaides e cartas. Conclui-se ser razoável que associações médicas profissionais promovam as intervenções médicas em que acreditam. Mas, será que tais associações proporcionam a seus membros material educativo isento e recomendações equilibradas? Será que garantem que as estratégias de marketing não comprometem as recomendações clínicas? Programas educativos desse tipo começaram em 2006, mais de um ano antes da publicação dos ensaios com conclusões clinicamente importantes. Como ter certeza sobre o efeito da vacina? A importância disso reside no fato de as opiniões de especialistas, como as associações médicas profissionais, terem significado especial em relação a questões complicadas como essa. Em outro artigo, Slade e colegas do US Centers for Disease Control and Prevention e da US Food and Drug Administration descrevem os efeitos adversos ocorridos dois anos e meio após a administração da vacina quádrupla do HPV, relatados pelo US Vaccine Adverse Events Reporting System (VAERS). Mesmo não sendo grave a maior parte dos efeitos adversos, houve relatos de reações hipersensíveis, inclusive anafilaxia, síndrome de Guillain-Barré, mielite transversal, pancreatite e eventos tromboembolíticos venosos. O VAERS é um sistema passivo e voluntário de relatório e os autores chamam atenção para suas limitações. Indicam que somente estudos sistemáticos, prospectivos e controlados conseguirão distinguir os efeitos prejudiciais reais da vacina contra o HPV. Tais limitações têm duas vias: é também difícil concluir que algum evento grave não seja causado pela vacina. Se vale a pena ou não assumir um risco, depende tanto do risco absoluto, quanto da relação entre o risco potencial e o benefício potencial. Quando os potenciais benefícios são substanciais, a maioria das pessoas desejará assumir os riscos. Mas há incertezas quanto ao benefício principal da vacina contra o HPV para as mulheres. Mesmo quando persistentemente infectada pelo HPV, há grandes possibilidades de a mulher não desenvolver câncer se examinada com regularidade. 15 Racionalmente, conclui-se que ela desejará aceitar apenas um risco pequeno decorrente dos efeitos danosos da vacina. Ao serem pesadas evidências sobre riscos e benefícios, é adequado perguntar quem assume os riscos e quem obtém os benefícios. Pacientes e público esperam, logicamente, que sejam colocadas na balança apenas evidências médicas e científicas. Se outros elementos aparecerem ali, como lucros para alguma empresa, ou ganhos financeiros ou profissionais para médicos ou grupos de médicos, há desvios desse equilíbrio. A balança também penderá para algum lado, quando os efeitos adversos não forem calculados de forma correta.

II Simpósio Brasileiro da Saúde Mental da Mulher

Agência FAPESP ? Ainda estão abertas as inscrições para o 2º Simpósio Brasileiro da Saúde Mental da Mulher, que ocorrerá no dia 12 de setembro, no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na capital paulista.
O evento abordará temas como doenças ginecológicas, reprodução assistida e gestação e seus impactos na saúde mental da mulher, transtorno bipolar e depressão.
A promoção é da Associação Brasileira de Psiquiatria e o tema central a ser discutido será "Interfaces da psiquiatria e ginecologia na saúde mental da mulher".

Mais informações: http://psiquiatria.incubadora.fapesp.br

Mamadeiras de vidro, voltam ao mercado!

As embalagens de vidro podem retornar ao mercado numa escala bem maior do que a esperada. Tudo por causa da presença do Bisphenol-A nas embalagens de plástico. Segundo pesquisadores, o elemento causaria problemas à saúde. Entre eles estaria a obesidade. As mamadeiras de vidro fabricadas no Brasil serão as primeiras a voltar. Já em setembro elas estarão disponíveis nas gôndolas de supermercados. Os modelos atualmente encontrados são importados. A indústria líder do setor de embalagens de vidro no País, Owens-Illinois, associou-se a um laboratório para essa investida. É uma primeira ação para aproveitar a crescente onda internacional que discute as reações do elemento Bisphenol-A na saúde. As mamadeiras de plásticos e derivados já foram proibidas no Canadá por causa dessa discussão, que vem crescendo e esquentando há dois anos tanto na América do Norte quanto na Europa. Outras embalagens da indú stria do plástico também estão na berlinda por serem usadas para alimentos e bebidas. No Brasil, o assunto ainda está fora dos holofotes, mas presente nos bastidores da indústria petroquímica. Mais de 50% das embalagens de produtos como alimentos, bebidas, cosméticos e farmacêuticos são feitas com derivados de plástico. O custo menor é o principal apelo para a indústria. Uma pesquisa encomendada pela multinacional Owens-Illinois, no entanto, mostra que 91% dos consumidores preferem a transparência do vidro. Mesmo assim, apenas 10% dos alimentos hoje são embalados em vidro no mercado nacional. A pesquisa foi feita com 3 mil consumidores de nove países, entre eles o Brasil. Hoje, a indústria prefere utilizar o vidro em categorias premium e acaba cobrando mais por isso. "Em dois anos, cresceu 30% a procura de vidro por fabricantes de produtos orgânicos", conta Rildo Lima, diretor de vendas e marketing da Owens-Illinois. Essa boa imagem ajuda o crescimento d o setor que, no ano passado, atingiu 1,1 milhão de toneladas, 10% em relação a 2007.

Fontes: Estado de São Paulo e Datamark
Por Redação
Revista Supermercado Moderno - SP (18/08/2009)

I SEMINÁRIO EM SAÚDE DA MULHER


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Taxa de matricula - E o DCE de mentira continua...

A polemica taxa dos 100 reais. Há quem esteja beijando o chão que a diretoria do DCE pisa por causa da dita taxa de cem reais que será reembolsada. O que parece que não está sendo levado em consideração é o fato de que devido ao prazo aumentado para regularização de matrículas a taxa alem de serem sem nexo, eram abusivas! Por isto a devolução. Tanto que os acadêmicos que realizarem suas matriculas após o dia 14 terão os cem reais debitados em sua mensalidade de setembro como assim nos informou o magnânimo reitor. Se de fato, esta fosse uma conquista, por que a taxa não foi extinta e por que não se reembolsam todos os acadêmicos que pagaram a taxa desde sua instituição? Pare e pense...

FESTA DOS CALOUROS DE ENFERMAGE E DE COMEMORAÇÃO DE 20 ANOS DE ENTIDADE.



A entrada na universidade é sempre com grandes novidades, repleta de expectativas(boas e ruins) e acabam surgindo varios desafios no nosso dia dia, um deles podemos ter certeza que é a construção de amizades. E podemos ter certeza que muitas vezes, além dos momentos de estudos e desespero, iremos nos encontrar em festas para comemorar algumas datas importantes, este é um convite para uma festa que iremos comemorar em dose dupla. Além, de prestigiar os nossos calouros e darmos as boas-vindas a entrada deles para a grande familia que é a Enfermagem, temos vinte anos de entidade estudantil em nosso curso para ser comemorada. Entidade que diversas vezes, e até nos dias de hoje se faz presente à frente, nas lutas pelos estudantes do curso e da Universidade. É esta mesma entidade, que hoje vem convidar a todos para fazerem parte desta grande comemoração com todos nós.
Um grande abraço, e até amanha! :D

sábado, 8 de agosto de 2009

I ENTREGA DO PREMIO DENISE STRINGARI MARCOS


Viemos através deste, informar a primeira entrega do Prêmio Denise Stringari Marcos que é um projeto do CAEMZ em parceria com a coordenação do curso. Um projeto que já viemos tentando implantar a algum tempo, tanto que o projeto é uma iniciativa e foi escrito pela ex- Presidente a acadêmica do sétimo período, Jouhanna do Carmo Menegaz.O prêmio, cujo para ser merecedor deste o aluno deverá apresentar a mesma garra e determinação que a professora Denise apresentou em vida. Estudar com afinco, dedicar-se aos indivíduos com humanidade, ética e compromisso social e profissional. Terá de apresentar bom relacionamento com os colegas e o reconhecimento destes. Poderá não ter o melhor desempenho acadêmico, entretanto sua força, seu caráter, sua amizade, seu mérito deverão ser reconhecidos por seus colegas formandos. Os candidatos ao prêmio são todos os formandos e a escolha terá que partir da própria sala. O prêmio acontecerá sempre na semana de iniciação cientifica do curso que no primeiro semestre de 2009 que ocorreu a primeira entrega, aconteceu entre os dias 22 e 26 de junho, no primeiro dia acontece a eleição e no último a entrega do prêmio que é uma placa oferecida pelo CAEMZ. A primeira merecedora do prêmio, foi a formanda Elisangela Melo.

ENTREGA DE ALIMENTOS DOADOS NA GINCANA DE ENFERMAGEM - 2009.

Como todos sabem a gincana deste ano de 2009 para comemoração do dia do enfermeiro contou com a arrecadação de alimentos, e a entidade escolhida para a doação, foi a Casa da Criança do Brasil, situada a rua Bom Retiro,1251, Bairro dos Municípios, Balneário Camboriú. A casa da Criança é uma instituição civil, sem finalidade lucrativa, mantida através de doações e convênios com os governos: municipal, estadual e federal, mas acima de tudo depende muito da sociedade civil. Sobrevivem de doações espontâneas de membros da comunidade, clubes de serviço e convênios. A casa hoje dispõe do serviço de psicóloga, assistente social, professores de dança, reforço escolar e idiomas, hoje na casa há aproximadamente 28 crianças sendo cuidadas e orientadas dos zero aos 12 anos de idade.A entrega dos alimentos aconteceu, no último dia 20/06, estávamos lá desde às 09:00 hrs para realizarmos uma educação em saúde com as crianças e posteriormente como foi doado muitos miojos realizamos uma macarronada para um almoço com as crianças. A diretoria do CAEMZ encaminhou e-mail para convidar a todos do curso, porém apenas a diretoria compareceu ao local. Contamos com todos na próxima.

CURSO BÁSICO E AVANÇADO SOBRE SEGURANÇA NO TRANSPORTE DO DOENTE CRÍTICO.


5º ENCONTRO NACIONAL DE ENFERMAGEM EM PEDIATRIA 2009


XIII CONGRESSO DE ENFERMAGEM 2009 / II SIMPÓSIO DE CUIDADOS PALIATIVOS - EM CUBA


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

61º CBEn Transformação Social e Sustentabilidade Ambiental .

Entre os dias 07 e 10 de dezembro de 2009.

Programação:

CONFERÊNCIAS1. Transformação social, sustentabilidade ambiental e atenção à saúde2. Cuidado de enfermagem e responsabilidade social com o meio ambiente3. Paradigmas de desenvolvimento e sustentabilidade da consciência ambiental na formação de profissionais de enfermagem4. Inserção dos diretórios de pesquisa do CNPq das linhas de pesquisa de enfermagem sobre sustentabilidade ambiental5. Contribuições da enfermagem brasileira para a transformação social e sustentabilidade ambiental6. Ética e Bioética na transformação social e sustentabilidade ambientalMESAS REDONDAS1. Promoção da saúde e sustentabilidade ambiental.2. Educação em saúde e consciência ambiental3. Prática pedagógica de proteção ambiental 4. Proteção ambiental nas diretrizes curriculares da Enfermagem e na implantação dos projetos pedagógicos de cursos.5. Política Nacional de Ciência e Tecnologia e prioridades de pesquisa sobre sustentabilidade ambiental6. Pesquisa em saúde orientadas para o uso racional dos recursos ambientais, sustentabilidade e proteção ambiental.7. Temáticas de pesquisa em Enfermagem e possibilidades de construção de redes de pesquisa sobre ambiente e sustentabilidade ambiental8. Inserção das questões de saúde na Política Nacional de Meio AmbienteENCONTROS TEMÁTICOS1. Saúde da Criança e Adolescente2. Saúde da Mulher3. Saúde Mental4. Saúde do Trabalhador5. Sistematização da Assistência de Enfermagem6. Violência Urbana7. Saúde, Ambiente, Trabalho e Segurança na Enfermagem8. Centro Cirúrgico9. Centro de Material e esterilização10. Saúde do Adulto11. Gestão de Sistemas e Gerenciamento de Serviços de Saúde12. Saúde da Família13. Saúde do Idoso14. Urgência, Emergência e Classificação de Risco15. Captação e Transporte de Órgãos16. Metodologias participativas no ensino de Enfermagem17. Gestão de Risco18. Enfermagem baseada em Evidência

Inscrições e maiores informações: http://www.aben-ce.com.br/cben/index.html

III Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal e XVI Encontro Catarinense de Enfermagem Pediátrica.

Tema:A Enfermagem, o Neonato, a Criança, o Adolescente e seus mundos: cuidando de um para cuidar do outro
Promoção:Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (SOBEP)
Organização:Docentes da área pediátrica e neonatal da UFSC, Serviço de Enfermagem Pediátrica do Hospital Universitário/UFSC e Serviço de Enfermagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão

A Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (SOBEP), o Departamento de Enfermagem e Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Serviço de Enfermagem Pediátrica do Hospital Universitário/UFSC, O Serviço de Enfermagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão têm o prazer de convidar a todos para o III Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal e o XVI Encontro Catarinense de Enfermagem Pediátrica que acontecerá no mês de outubro de 2009, Florianópolis, considerada por todos a Ilha da Magia.Preparamos uma programação científica e cultural que possibilite a ampliação e troca de conhecimento de todos os interessados por temas da Enfermagem Pediátrica e Neonatal.Acreditamos que os participantes, além, de usufruírem de nossa programação científica e cultural poderão igualmente aproveitar para conhecerem as inúmeras paisagens que esta terra encerra. Temos inúmeros recantos que deixam os mais desavisados espantados de encanto. Florianópolis conta com uma rede hoteleira que agrada os mais diversos gostos. Portanto, apostamos no sucesso de nossa empreitada ao congregarmos os mais diversos profissionais da enfermagem pediátrica e neonatal atuando nas instituições de ensino, pesquisa e assistência do Brasil e ao termos como cenário a bela e formosa Ilha de Santa Catarina, bem como contarmos com os espaços da Universidade Federal de Santa Catarina local sede do evento.Sintam-se à vontade para planejarem a sua viagem. Desde já aguardamos a sua presença.

Maiores informações e inscrições: http://www.cbepn.com.br/

2º Simpósio Ibero-Americano da História da Enfermagem.


O CAEMZ esteve presente no Fórum das escolas de Enfermagem nos dias 25 e 26 de junho.

O fórum catarinense das escolas de Enfermagem é um espaço anual, organizado pela Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn - Seção Santa Catarina, onde as escolas catarinenses de nível técnico e superior reúnem-se para debater as pautas da categoria, para discutir sobre o ensino em enfermagem e para deliberar encaminhamentos que sejam pertinentes ao momento. Neste ano de 2009, o fórum realizou-se em Florianópolis, nos dias 25 e 26 de junho, no salão de eventos do hotel Fayal, localizado no centro da cidade.
O encontro contava com a presença de professores e coordenadores de cursos de Enfermagem dos municípios de Florianópolis, Tubarão, Criciúma, Caçador, Lages, Itajaí, Biguacú, etc. O segmento discente estava pouquíssimo representado, estando presente apenas um discente da Univali, representante do CAEMZ a acadêmica Jouhanna do Carmo Menegaz de Itajaí e duas discentes da Universidade Federal.
Após a abertura oficial, o evento inicia com a fala da presidente do Conselho Regional de Enfermagem, Dra. Denise Pires, que em sua intervenção pauta a profissão enfermeiro, aspectos e particularidades de ser entendido como profissão. Contextualiza em sua fala o que de fato é ser uma profissão, colocando questões como reconhecimento da sociedade, responsabilidades técnicas e éticas para o agir profissional, o papel dos conselhos de classe, em especial o de Enfermagem como órgão regulador e fiscalizador, sendo este uma autarquia do estado, regulado pelo poder publico, mas com autonomia para colocar e estabelecer as regras requeridas para o exercício de uma profissão, código de ética profissional e lei de exercício profissional.
Apontou ainda em sua fala, no decorrer da historia de construção da Enfermagem como profissão, os aspectos positivos e negativos, destacando dentre outros como positivos o fato de se ter uma lei que regulamenta a profissão, o fato de hoje termos em pauta uma lei que regulamenta as diretrizes curriculares, assim como o fato de termos um conselho. Apontou como aspectos negativos, algumas resoluções aprovadas pelo COFEN, que tolhem a ação do enfermeiro, como a resolução 279 de 2003 relacionada à sala de gesso e a atuação do enfermeiro nela, as ações de descuidado dos profissionais, onde estes atribuem suas funções a outros, a dificuldade na implementação da sistematização, etc. Finaliza apresentando os membros da diretoria da gestão Participação presentes bem como os fiscais regionais e reforçando as propostas feitas pela chapa no período eleitoral e pedindo o apoio dos presentes na construção da gestão.
No período da tarde, a professora da UFSC, Selma, apresentou-nos os pactos de gestão (pelo Sus, pela Vida e de gestão), colocando dentro deste contexto a necessidade de formarem-se enfermeiros aptos a trabalhar no Sus e para o Sus. Em sua fala também pontuou a necessidade das pactuações entre municípios serem realizadas com a participação e envolvimento dos profissionais da rede, visto que são eles que irão executar as ações que forem pactuadas. Coloca que muitas vezes a dificuldade no alcance das metas pactuadas se dá por esta falta de envolvimento dos profissionais que muitas vezes estão trabalhando sob outra lógica, desconhecendo as metas municipais e estaduais. Apresentou-nos ainda dados dos municípios catarinenses, onde se pode evidenciar a pactuacão de apenas um terço dos municípios.
No dia vinte e seis, pela manha, a Dra. Kenya, enfermeira e diretora do Centro de Ciências da Saúde da UFSC fez uma fala sobre o Ensino em Enfermagem. De maneira a instigar os presentes a reflexão e não a dar-lhes uma fórmula mágica de como fazer, de como formar, colocou a necessidade de construção de uma educação libertadora e não adestradora apesar de nela intrinsecamente e intencionalmente serem inseridos aspectos relevantes a formação de um enfermeiro (aspectos estes definidos por seus pares), trazendo algumas questões importantes para as pessoas presentes, em sua grande maioria, docentes, escolas, que tem em suas mãos e nas mãos das instituições em que trabalham a grande responsabilidade de formar profissionais enfermeiros e de construir currículos e projetos pedagógicos que instrumentalizem isto. Inicia parafraseando alguns dos principais adjetivos inseridos em projetos político-pedagógicos (ético, autônomo, líder, inovador, etc.), baseados em competências, habilidades e atitudes e ao mesmo tempo, questionando os presentes sobre qual seriam hoje as competências, habilidades e atitudes do enfermeiro que as escolas desejam formar. Colocou em sua fala a importância de se enxergar o cuidado de enfermagem, como cuidado profissional, formando enfermeiros para o Sus e para prestação de uma assistência de qualidade, não desvinculando o ensino da prática, buscando sempre o principio da integralidade na assistência. Colocou ainda que em sua visão, as escolas devem utilizar o trabalho, a prática, como processo educativo, contextualizando o ensino pelo trabalho no processo histórico para a formação de novos atores, que cumpram novos papéis e que criem novos espaços de produção de saúde.
Coloca ainda a importância das questões éticas no cuidado, de modo a se tratar a vida como bem valioso e da importância da autonomia entendida neste contexto como processo de compartilhar poder, desenvolvido através de um processo reflexivo e no exercício coletivo de se compartilhar o poder. Expressa neste momento sua preocupação em como formar enfermeiros que trabalhem em equipe e entendam a interdisciplinaridade e a intersetorialidade numa sociedade tão individualista como a nossa.
A Dra. Kenya aponta que o ideal é que, a construção das competências consiga ir além das dimensões cognitiva, intelectual e técnica e consiga envolver também as de natureza organizacional, comportamentais e políticas, buscando não formatar e modelar o futuro enfermeiro, mas desenvolve-lo como sujeito e estimulá-lo a aprender sempre. Aqui, cita a importância de não só nos currículos e projetos pedagógicos, mas na ação do docente, na pratica cotidiana, para o aprendizado através do exemplo. Por fim, coloca a necessidade da construção de projetos pedagógicos que problematizem a realidade e de matrizes curriculares que sejam mais flexíveis, dentro da lógica de não formatar o aluno e do cuidado que se deve ter em relação ao uso e a inserção de certas inovações pedagógicas no ensino em enfermagem (coloca aqui questões relacionadas a avaliação e a estratégias como seminários, estudos de caso e etc.).
Após a fala da Dra. Kenya, a diretora de educação da ABEn-Sc, Dra. Maria do Horto e a Dra, Edna, gerente da Secretaria estadual de educação colocam-se a mesa, secretariada pela Dra Lygia Paim para suas intervenções, respectivamente relacionadas ao ensino superior e ao de nível médio. Dra. Edna faz uma explanação sobre qual é a legislação nacional, esta em que o estado se ampara para a concessão e como faz a fiscalização de escolas técnicas de enfermagem, nos traz também as modalidades de educação tecnológica (EJA, Ensino médio profissionalizante, etc.). Coloca que hoje no estado contamos com cerca de 70 escolas técnicas, sendo que destas apenas seis são públicas.
Na seqüência, a Dra. Maria do Horto inicia sua fala, que é breve, de informes. O primeiro deles é em relação ao parecer CNE – CES 213 DE 2008, que dispõe sobre a carga horária mínima para os cursos de Nutrição, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Biologia, Educação Física, Biomedicina (sendo estes 3200 horas) e para os cursos de Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia carga horária mínima de 4000 horas, devendo estas ser cumpridas em período de cinco anos, podendo, mediante justificativa ser cumprida em quatro anos e meio desde que em período integral. Os cursos supracitados têm até janeiro de 2010 para realizar as adequações. Este parecer também determina que estágios e atividades complementares não possam ultrapassar 20% da carga horária total. Outra informe a ser dado era em relação ao processo de acreditacão Arcu-Sul que visa a integração regional, a cooperação, intercâmbio e mobilidade estudantil e de professores, onde cursos de algumas instituições de ensino superior do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile serão ‘acreditadas’, ou seja, receberão uma espécie de ‘selo de qualidade’. Está em teste desde 2004 esta proposta, com experiências nos cursos de Agronomia, Engenharias e Medicina. Até este ano, profissionais agrônomos, arquitetos, enfermeiros, médicos engenheiros e dentistas destes países se encontraram para definir quais seriam os critérios para a acreditação dos cursos e das instituições, iniciando a partir de 2009 o processo de acreditação nestas áreas do conhecimento. Para ser acreditado o curso precisa ter mais de dez anos e participar da avaliação do SINAES.
Por fim, a Dra. Maria do Horto coloca aos presentes que das 24 escolas de ensino superior em enfermagem de Santa Catarina e das 70 escolas de ensino técnico, apenas nove estão vinculadas a ABEn. Ela pede que as escolas presentes que ainda não se vincularam o façam para que possam constituir o Conselho Consultivo Estadual de Escolas de Enfermagem.
A última atividade do dia é a plenária final, onde as escolas colocam um pouco das suas dificuldades, inclusive a nossa escola, que pauta a questão da não abertura de ingresso via vestibular e o receio de fechamento como houve com Biguaçú dada a política institucional e sua regulação não pelo caráter e relevância social de um curso, mas pelas demandas de mercado. Como encaminhamentos finais, as escolas construirão um documento em defesa das escolas e do ensino de Enfermagem, bem como ficam de disseminar as escolas de sua região a necessidade da vinculação a ABEn. Os presentes ainda assinam na plenária final um documento em defesa do enfermeiro e sua atuação na sala de vacinas por conta das experiências apresentadas por docentes do sul e do oeste do estado.
O presente relatório foi escrito pela representante da diretória no evento, Diretora de Relações Institucionais, acadêmica do sétimo período Jouhanna do Carmo Menegaz.