sexta-feira, 7 de agosto de 2009

61º CBEn Transformação Social e Sustentabilidade Ambiental .

Entre os dias 07 e 10 de dezembro de 2009.

Programação:

CONFERÊNCIAS1. Transformação social, sustentabilidade ambiental e atenção à saúde2. Cuidado de enfermagem e responsabilidade social com o meio ambiente3. Paradigmas de desenvolvimento e sustentabilidade da consciência ambiental na formação de profissionais de enfermagem4. Inserção dos diretórios de pesquisa do CNPq das linhas de pesquisa de enfermagem sobre sustentabilidade ambiental5. Contribuições da enfermagem brasileira para a transformação social e sustentabilidade ambiental6. Ética e Bioética na transformação social e sustentabilidade ambientalMESAS REDONDAS1. Promoção da saúde e sustentabilidade ambiental.2. Educação em saúde e consciência ambiental3. Prática pedagógica de proteção ambiental 4. Proteção ambiental nas diretrizes curriculares da Enfermagem e na implantação dos projetos pedagógicos de cursos.5. Política Nacional de Ciência e Tecnologia e prioridades de pesquisa sobre sustentabilidade ambiental6. Pesquisa em saúde orientadas para o uso racional dos recursos ambientais, sustentabilidade e proteção ambiental.7. Temáticas de pesquisa em Enfermagem e possibilidades de construção de redes de pesquisa sobre ambiente e sustentabilidade ambiental8. Inserção das questões de saúde na Política Nacional de Meio AmbienteENCONTROS TEMÁTICOS1. Saúde da Criança e Adolescente2. Saúde da Mulher3. Saúde Mental4. Saúde do Trabalhador5. Sistematização da Assistência de Enfermagem6. Violência Urbana7. Saúde, Ambiente, Trabalho e Segurança na Enfermagem8. Centro Cirúrgico9. Centro de Material e esterilização10. Saúde do Adulto11. Gestão de Sistemas e Gerenciamento de Serviços de Saúde12. Saúde da Família13. Saúde do Idoso14. Urgência, Emergência e Classificação de Risco15. Captação e Transporte de Órgãos16. Metodologias participativas no ensino de Enfermagem17. Gestão de Risco18. Enfermagem baseada em Evidência

Inscrições e maiores informações: http://www.aben-ce.com.br/cben/index.html

III Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal e XVI Encontro Catarinense de Enfermagem Pediátrica.

Tema:A Enfermagem, o Neonato, a Criança, o Adolescente e seus mundos: cuidando de um para cuidar do outro
Promoção:Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (SOBEP)
Organização:Docentes da área pediátrica e neonatal da UFSC, Serviço de Enfermagem Pediátrica do Hospital Universitário/UFSC e Serviço de Enfermagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão

A Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (SOBEP), o Departamento de Enfermagem e Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Serviço de Enfermagem Pediátrica do Hospital Universitário/UFSC, O Serviço de Enfermagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão têm o prazer de convidar a todos para o III Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal e o XVI Encontro Catarinense de Enfermagem Pediátrica que acontecerá no mês de outubro de 2009, Florianópolis, considerada por todos a Ilha da Magia.Preparamos uma programação científica e cultural que possibilite a ampliação e troca de conhecimento de todos os interessados por temas da Enfermagem Pediátrica e Neonatal.Acreditamos que os participantes, além, de usufruírem de nossa programação científica e cultural poderão igualmente aproveitar para conhecerem as inúmeras paisagens que esta terra encerra. Temos inúmeros recantos que deixam os mais desavisados espantados de encanto. Florianópolis conta com uma rede hoteleira que agrada os mais diversos gostos. Portanto, apostamos no sucesso de nossa empreitada ao congregarmos os mais diversos profissionais da enfermagem pediátrica e neonatal atuando nas instituições de ensino, pesquisa e assistência do Brasil e ao termos como cenário a bela e formosa Ilha de Santa Catarina, bem como contarmos com os espaços da Universidade Federal de Santa Catarina local sede do evento.Sintam-se à vontade para planejarem a sua viagem. Desde já aguardamos a sua presença.

Maiores informações e inscrições: http://www.cbepn.com.br/

2º Simpósio Ibero-Americano da História da Enfermagem.


O CAEMZ esteve presente no Fórum das escolas de Enfermagem nos dias 25 e 26 de junho.

O fórum catarinense das escolas de Enfermagem é um espaço anual, organizado pela Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn - Seção Santa Catarina, onde as escolas catarinenses de nível técnico e superior reúnem-se para debater as pautas da categoria, para discutir sobre o ensino em enfermagem e para deliberar encaminhamentos que sejam pertinentes ao momento. Neste ano de 2009, o fórum realizou-se em Florianópolis, nos dias 25 e 26 de junho, no salão de eventos do hotel Fayal, localizado no centro da cidade.
O encontro contava com a presença de professores e coordenadores de cursos de Enfermagem dos municípios de Florianópolis, Tubarão, Criciúma, Caçador, Lages, Itajaí, Biguacú, etc. O segmento discente estava pouquíssimo representado, estando presente apenas um discente da Univali, representante do CAEMZ a acadêmica Jouhanna do Carmo Menegaz de Itajaí e duas discentes da Universidade Federal.
Após a abertura oficial, o evento inicia com a fala da presidente do Conselho Regional de Enfermagem, Dra. Denise Pires, que em sua intervenção pauta a profissão enfermeiro, aspectos e particularidades de ser entendido como profissão. Contextualiza em sua fala o que de fato é ser uma profissão, colocando questões como reconhecimento da sociedade, responsabilidades técnicas e éticas para o agir profissional, o papel dos conselhos de classe, em especial o de Enfermagem como órgão regulador e fiscalizador, sendo este uma autarquia do estado, regulado pelo poder publico, mas com autonomia para colocar e estabelecer as regras requeridas para o exercício de uma profissão, código de ética profissional e lei de exercício profissional.
Apontou ainda em sua fala, no decorrer da historia de construção da Enfermagem como profissão, os aspectos positivos e negativos, destacando dentre outros como positivos o fato de se ter uma lei que regulamenta a profissão, o fato de hoje termos em pauta uma lei que regulamenta as diretrizes curriculares, assim como o fato de termos um conselho. Apontou como aspectos negativos, algumas resoluções aprovadas pelo COFEN, que tolhem a ação do enfermeiro, como a resolução 279 de 2003 relacionada à sala de gesso e a atuação do enfermeiro nela, as ações de descuidado dos profissionais, onde estes atribuem suas funções a outros, a dificuldade na implementação da sistematização, etc. Finaliza apresentando os membros da diretoria da gestão Participação presentes bem como os fiscais regionais e reforçando as propostas feitas pela chapa no período eleitoral e pedindo o apoio dos presentes na construção da gestão.
No período da tarde, a professora da UFSC, Selma, apresentou-nos os pactos de gestão (pelo Sus, pela Vida e de gestão), colocando dentro deste contexto a necessidade de formarem-se enfermeiros aptos a trabalhar no Sus e para o Sus. Em sua fala também pontuou a necessidade das pactuações entre municípios serem realizadas com a participação e envolvimento dos profissionais da rede, visto que são eles que irão executar as ações que forem pactuadas. Coloca que muitas vezes a dificuldade no alcance das metas pactuadas se dá por esta falta de envolvimento dos profissionais que muitas vezes estão trabalhando sob outra lógica, desconhecendo as metas municipais e estaduais. Apresentou-nos ainda dados dos municípios catarinenses, onde se pode evidenciar a pactuacão de apenas um terço dos municípios.
No dia vinte e seis, pela manha, a Dra. Kenya, enfermeira e diretora do Centro de Ciências da Saúde da UFSC fez uma fala sobre o Ensino em Enfermagem. De maneira a instigar os presentes a reflexão e não a dar-lhes uma fórmula mágica de como fazer, de como formar, colocou a necessidade de construção de uma educação libertadora e não adestradora apesar de nela intrinsecamente e intencionalmente serem inseridos aspectos relevantes a formação de um enfermeiro (aspectos estes definidos por seus pares), trazendo algumas questões importantes para as pessoas presentes, em sua grande maioria, docentes, escolas, que tem em suas mãos e nas mãos das instituições em que trabalham a grande responsabilidade de formar profissionais enfermeiros e de construir currículos e projetos pedagógicos que instrumentalizem isto. Inicia parafraseando alguns dos principais adjetivos inseridos em projetos político-pedagógicos (ético, autônomo, líder, inovador, etc.), baseados em competências, habilidades e atitudes e ao mesmo tempo, questionando os presentes sobre qual seriam hoje as competências, habilidades e atitudes do enfermeiro que as escolas desejam formar. Colocou em sua fala a importância de se enxergar o cuidado de enfermagem, como cuidado profissional, formando enfermeiros para o Sus e para prestação de uma assistência de qualidade, não desvinculando o ensino da prática, buscando sempre o principio da integralidade na assistência. Colocou ainda que em sua visão, as escolas devem utilizar o trabalho, a prática, como processo educativo, contextualizando o ensino pelo trabalho no processo histórico para a formação de novos atores, que cumpram novos papéis e que criem novos espaços de produção de saúde.
Coloca ainda a importância das questões éticas no cuidado, de modo a se tratar a vida como bem valioso e da importância da autonomia entendida neste contexto como processo de compartilhar poder, desenvolvido através de um processo reflexivo e no exercício coletivo de se compartilhar o poder. Expressa neste momento sua preocupação em como formar enfermeiros que trabalhem em equipe e entendam a interdisciplinaridade e a intersetorialidade numa sociedade tão individualista como a nossa.
A Dra. Kenya aponta que o ideal é que, a construção das competências consiga ir além das dimensões cognitiva, intelectual e técnica e consiga envolver também as de natureza organizacional, comportamentais e políticas, buscando não formatar e modelar o futuro enfermeiro, mas desenvolve-lo como sujeito e estimulá-lo a aprender sempre. Aqui, cita a importância de não só nos currículos e projetos pedagógicos, mas na ação do docente, na pratica cotidiana, para o aprendizado através do exemplo. Por fim, coloca a necessidade da construção de projetos pedagógicos que problematizem a realidade e de matrizes curriculares que sejam mais flexíveis, dentro da lógica de não formatar o aluno e do cuidado que se deve ter em relação ao uso e a inserção de certas inovações pedagógicas no ensino em enfermagem (coloca aqui questões relacionadas a avaliação e a estratégias como seminários, estudos de caso e etc.).
Após a fala da Dra. Kenya, a diretora de educação da ABEn-Sc, Dra. Maria do Horto e a Dra, Edna, gerente da Secretaria estadual de educação colocam-se a mesa, secretariada pela Dra Lygia Paim para suas intervenções, respectivamente relacionadas ao ensino superior e ao de nível médio. Dra. Edna faz uma explanação sobre qual é a legislação nacional, esta em que o estado se ampara para a concessão e como faz a fiscalização de escolas técnicas de enfermagem, nos traz também as modalidades de educação tecnológica (EJA, Ensino médio profissionalizante, etc.). Coloca que hoje no estado contamos com cerca de 70 escolas técnicas, sendo que destas apenas seis são públicas.
Na seqüência, a Dra. Maria do Horto inicia sua fala, que é breve, de informes. O primeiro deles é em relação ao parecer CNE – CES 213 DE 2008, que dispõe sobre a carga horária mínima para os cursos de Nutrição, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Biologia, Educação Física, Biomedicina (sendo estes 3200 horas) e para os cursos de Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia carga horária mínima de 4000 horas, devendo estas ser cumpridas em período de cinco anos, podendo, mediante justificativa ser cumprida em quatro anos e meio desde que em período integral. Os cursos supracitados têm até janeiro de 2010 para realizar as adequações. Este parecer também determina que estágios e atividades complementares não possam ultrapassar 20% da carga horária total. Outra informe a ser dado era em relação ao processo de acreditacão Arcu-Sul que visa a integração regional, a cooperação, intercâmbio e mobilidade estudantil e de professores, onde cursos de algumas instituições de ensino superior do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile serão ‘acreditadas’, ou seja, receberão uma espécie de ‘selo de qualidade’. Está em teste desde 2004 esta proposta, com experiências nos cursos de Agronomia, Engenharias e Medicina. Até este ano, profissionais agrônomos, arquitetos, enfermeiros, médicos engenheiros e dentistas destes países se encontraram para definir quais seriam os critérios para a acreditação dos cursos e das instituições, iniciando a partir de 2009 o processo de acreditação nestas áreas do conhecimento. Para ser acreditado o curso precisa ter mais de dez anos e participar da avaliação do SINAES.
Por fim, a Dra. Maria do Horto coloca aos presentes que das 24 escolas de ensino superior em enfermagem de Santa Catarina e das 70 escolas de ensino técnico, apenas nove estão vinculadas a ABEn. Ela pede que as escolas presentes que ainda não se vincularam o façam para que possam constituir o Conselho Consultivo Estadual de Escolas de Enfermagem.
A última atividade do dia é a plenária final, onde as escolas colocam um pouco das suas dificuldades, inclusive a nossa escola, que pauta a questão da não abertura de ingresso via vestibular e o receio de fechamento como houve com Biguaçú dada a política institucional e sua regulação não pelo caráter e relevância social de um curso, mas pelas demandas de mercado. Como encaminhamentos finais, as escolas construirão um documento em defesa das escolas e do ensino de Enfermagem, bem como ficam de disseminar as escolas de sua região a necessidade da vinculação a ABEn. Os presentes ainda assinam na plenária final um documento em defesa do enfermeiro e sua atuação na sala de vacinas por conta das experiências apresentadas por docentes do sul e do oeste do estado.
O presente relatório foi escrito pela representante da diretória no evento, Diretora de Relações Institucionais, acadêmica do sétimo período Jouhanna do Carmo Menegaz.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

51º Congresso da União Nacional dos Estudantes

Entre os dias 15 a 19 de julho o CAEMZ teve seus representantes no 51º Congresso da União Nacional dos estudantes, em Brasília, congresso que recebeu 10 mil estudantes de todas as partes do nosso país. Onde além de eleger a próxima diretoria que dirigirá a entidade no período de dois anos, também foram aprovadas algumas resoluções que irão direcionar os rumos das lutas da entidade.
No último dia de congresso (dia 19). Antes da votação, um grupo de estudantes manifestou-se contra o machismo nas universidades. Produziram uma carta contra o sexismo e aprovaram medidas que garantem um maior respaldo para as mulheres dentro do movimento estudantil e das universidades.
As propostas aprovadas estão relacionadas à educação, conjuntura política e movimento estudantil. Dentre elas, esta a luta pela ampliação dos direitos do povo e dos programas sociais, fortalecimento do Estado nacional na regulação da economia, defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários, garantia de destinação de 10% PIB para a educação, lutar pela vinculação de grande parte da arrecadação com royalties do petróleo da camada pré-sal em educação pública, lutar pelo fortalecimento das entidades estaduais e de suas gestões, realização periódica do Conselho Nacional de Entidades de Base da UNE e a luta pela diversificação cada vez maior das atividades do movimento estudantil.
Também foram aprovadas mudanças no estatuto social da entidade, criando dois novos conselhos: o fiscal, que irá analisar as contas e atividades da UNE para que haja transparência na utilização dos recursos da entidade e na condução das políticas estudantis e o conselho editorial que será um órgão de discussão e deliberação do conteúdo dos diferentes veículos de comunicação da União Nacional de Estudantes. O Conselho é permanente, de natureza deliberativa, e deve discutir e apontar mudanças na política de comunicação da entidade.
É o CAEMZ presente e atuante nas causas sociais.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

InterCCS!


Aconteceu no ultimo dia 30/05 o InterCCS, que contou com a participação de 4 equipes, que jogaram bravamente para conseguir o Troféu! Enfim, os campões são do Curso de Educação Física! Obrigado a todos que participaram para o sucesso deste evento...Segue a foto dos campeos ao lado!

Informe do Fórum Catarinense das Escolas de Enfermagem!

Informe do Fórum Catarinense das Escolas de Enfermagem!

A Associação Brasileira de Enfermagem tem o prazer de convidar sua escola para o 23º Fórum Catarinense das Escolas de Enfermagem, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho 2009, em Florianópolis. O Fórum será realizado no Hotel Faial.
Nossa intenção é que esse seja um encontro de pessoas envolvidas com a graduação e com a educação profissional de Enfermagem para juntas buscarmos encaminhamentos para algumas das questões que nos preocupam hoje, particularmente às 4000 horas e 5 anos e o sistema de avaliação do ensino. Segue em anexo programação evento.
Por isso contamos a presença de coordenadoras, estudantes e professoras de sua escola.
Na semana seguinte estaremos enviando os folders com a ficha de inscrição do evento:

CONTA PARA DEPÓSITO EVENTO: BANCO BRASIL: AGENCIA: 1453-2 CONTA CORRENTE: 205.100-1
VALOR INSCRIÇÃO:
SÓCIOS:
ENFERMEIROS (AS): R$ 50,00
ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO: R$ 15,00
TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM: R$ 20,00

NÃO -SÓCIOS:
ENFERMEIROS (AS): R$ 100,00
ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO: R$ 30,00
TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM: R$ 40,00
ATENCIOSAMENTE,
DIRETORIA ABEN-SC

23 FORUM CATARINENSE DAS ESCOLAS DE ENFERMAGEM
PROGRAMAÇÃO
25/06/2009
08:30 – 9:00 - ABERTURA:
CONFERÊNCIAS
09:00 – 10:00 - Conferencia: Ensino em Enfermagem
Kênya S. Reibintz
10:30 – 12:00 - Pactos de Gestão: Educação na saúde
Selma Regina de Andrade
OFICINA
14:00 – 18:00
Ações para viabilizar a prática no Ensino de Enfermagem
Ângela Blatt Ortiga e Rosani Ramos
Noite – jantar por adesão
26/06/2009
09:00 – 10:00 -Cenário Nacional do Ensino em Enfermagem
Milta Torrez (RJ) (á confirmar)
10:30 – 12:00 – Reunião Escolas de Graduação em Enfermagem
Coordenação: Maria do Horto Fontoura Cartana (Diretora Educação ABEn-SC)
4.000 horas – Ensino de Enfermagem em 5 anos o que fazer?
10:30 – 12:00 - Reunião Escolas Ensino Profissionalizante
Coordenação: Milta Torrez /Kênia S. Reibnitz
Avaliação do Ensino Profissionalizante.
14:00 – 16:00 – Apresentação Atividades em Grupo
16:00 – 17:00 – Plenária Final